quarta-feira, 4 de julho de 2012

A APOSENTADORIA DOS LEVITAS


    Imagem: Levita no tabernáculo.

Aposentar-se é afastar-se a pessoa do serviço ou de certos aspectos dele. Ao designar os levitas (que não eram da família sacerdotal de Arão) para servir na tenda de reunião sob a direção dos sacerdotes, Deus fez amorosas provisões para o bem-estar deles. Ordenou a Moisés: “Isto é o que se aplica aos levitas: Da idade de vinte e cinco anos para cima ele ingressará na companhia do serviço da tenda de reunião. Mas, depois da idade de cinqüenta anos retirar-se-á da companhia de serviço e não fará mais nenhum serviço. E ele terá de ministrar aos seus irmãos na tenda de reunião, cuidando da obrigação, mas não deve fazer nenhum serviço.” — Núm 8:23-26; 1Cr 23:3. Em Números, capítulo 4, descreve-se a organização de serviço, dos levitas. Ali se declara que deviam ser registrados dos 30 aos 50 anos de idade.

Era um trabalho braçal pesado montar, desmontar e transportar a tenda de reunião. Os 96 pedestais de encaixe, de prata, para as armações de painel pesavam um talento (c. 34 kg) cada um; havia também quatro pedestais para as colunas entre os compartimentos do Santo e do Santíssimo, provavelmente do mesmo peso, e cinco pedestais de cobre para as colunas da entrada do tabernáculo. (Êx 26:19, 21, 25, 32, 37; 38:27) As 48 armações de painel (4,5 m de comprimento; 67 cm de largura) eram de acácia, madeira pesada, de fino grão, recobertas de ouro. (Êx 26:15-25, 29) Havia trancas recobertas de ouro passadas ao longo de cada lado e dos fundos do tabernáculo. (Êx 26:26-29) Todos esses objetos eram pesados. Além disso, havia o peso considerável das coberturas de peles de focas, de peles de carneiros, pêlos de cabra, e linho, bem como os cortinados de linho em volta do pátio, com suas colunas, seus pedestais de encaixe, estacas de tenda, e assim por diante. De modo que o manejo do tabernáculo envolvia verdadeiro trabalho muscular. (Êx 26:1-14; 27:9-19) Proveram-se seis carroças para o transporte desses objetos, mas a mesa dos pães da proposição, o candelabro de ouro e o altar de sacrifício recoberto de cobre eram carregados. (Os sacerdotes, não os levitas não-sacerdotais, carregavam a arca do pacto.) — Núm 7:7-9; Êx 25:10-40; 27:1-8; Núm 4:9, 10; Jos 3:15.

Outra finalidade do arranjo de aposentadoria evidentemente era dar a todos os levitas a oportunidade de terem designações de serviço no santuário, porque apenas um número limitado era necessário, especialmente durante o tempo em que a tenda de reunião ou tabernáculo estava em uso. Não havia provisão de aposentadoria para os sacerdotes, os levitas da família de Arão.

Evidentemente, havia um período de cinco anos, dos 25 aos 30 anos de idade, em que o levita servia no que poderia ser chamado de “treinamento”. Pode ser que estes mais jovens não fossem usados para tarefas pesadas, que eram reservadas para os de 30 ou mais anos de idade — homens plenamente adultos. (Veja IDADE.) Mais tarde, depois de a Arca ter sido permanentemente estabelecida no monte Sião (e especialmente na iminência da construção do templo), não existia mais o trabalho pesado do transporte do santuário. Portanto, Davi providenciou que os levitas começassem a servir com a idade de 20 anos. Sem dúvida, isso se fez porque no templo havia necessidade de mais pessoas cuidarem do grandemente aumentado serviço ali. — 1Cr 23:24-27.

Os levitas que se aposentavam à idade de 50 anos não se retiravam de todo o serviço. Eles ainda podiam servir voluntariamente e “ministrar aos seus irmãos na tenda de reunião, cuidando da obrigação”. (Núm 8:26) Eles provavelmente serviam de conselheiros e ajudavam em cuidar de parte do trabalho mais leve incluído na obrigação dos levitas, mas eram poupados ao trabalho mais pesado. E ainda eram instrutores da Lei para o povo. (De 33:8-10; 2Cr 35:3) Os dentre eles que moravam em cidades de refúgio eram de ajuda para os que se refugiavam ali.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Pr SAMUEL E SUA ESPOSA CONNIE NA IBI - 10/06/12




O Pr Samuel e sua esposa Connie são muito experientes em sua lida ministerial... servem junto à SEPAL na capacitação e cuidado de líderes, pastores e missionários. Tem um forte trabalho entre os homens, casais e famílias... enfim, um casal especial que é bênção para a vida de todos nós da IBI, não somente os casais.

Plantaram a Igreja Batista Oasis em Recife, PE (1976-1983).

Pastorearam 4 igrejas batistas no Brasil - Caruaru, PE, Vila Carrão, SP, Recife, PE (2X), São Luis, MA.

Administraram um seminário em São Paulo - 1986-1991.

Serviram como pastor interino e pastor da equipe pastoral por 12 anos em São Luis, MA na Ig. Bat. Monte Castelo.

Plantaram e administraram o ministério de pastoreio de pastores (MAPI) em Recife, PE (1995-96) e São Luis, MA (1999-2012).

Plantaram e administraram o ministério de restauração (REVER) na IBMC, no estado de Maranhão e outros estados do NE (2000-2012) que continua até hoje. (ministério principal de Connie).

Plantaram o ministério de mentoreamento no Seminário Batista de São Luis, MA (2001-2004) que continua até hoje.

Plantaram o ministério de Fraternidade dos Corações Valentes na IBMC (2004- 2007) que continua até hoje.



Eles têm três filhos adultos e 6 netos. Wendy, a filha mais velha junto com seu marido Steve Lovell, e quatro filhos servem no ministério em Moscow, Russia.

Valeria, a filha nascida em Recife, serve a Deus com seu marido, Marco no Sepal em São Paulo.

Steve, o cacula, mora com sua esposa e duas filhas em Phoenix, Arizona, EUA.


sexta-feira, 8 de junho de 2012

EMOCIONANTE TESTEMUNHO DA IRMÃ VERA LÚCIA DOS SANTOS EM 8/6/12



"Obrigada Senhor! Por mais uma grande benção neste dia.
Agradeço pelas misericórdias e livramentos que tens dado ao meu filho!" Por isso eu Te louvarei Senhor de todo o meu coração e na presença dos deuses a ti cantarei, louvores!!!!!!!!!!”
Hoje o inimigo tentou fazer com que eu duvidasse da misericórdia de Deus, assim como ele tentou a Jó, mas só tentou, porque não conseguiu, pois eu entreguei toda a minha vida nas mãos do Senhor dos exércitos e Ele me livrou do laço do passarinheiro! E me mostrou que Ele é que está no comando!!!!!!

Hooooooooooooooooooooooo glória! Hoje comigo ele foi derrotado e foi lançado lá no inferno onde é o lugar dele.

A PALAVRA TRINDADE NÃO CONSTA NA BÍBLIA


Imagem: Trabalho artístico de Lúcia Aracheski

"As três pessoas que compõe o ser único de Deus - o Pai, o Filho e o Espírito Santo - são chamados de a Trindade.

A palavra "Trindade" não aparece na bíblia. Os estudiosos criaram-na para descrever os três seres que constituem Deus.

Através da bíblia, Deus está presente como sendo o Pai, o Filho e o Espírito Santo - não são três "deuses", mas sim três personas do único Deus (veja, por exemplo, Mateus 28:19; 1Coríntios 16:23-24; 2 Coríntios 13:13).

As Escrituras apresentam o Pai como a fonte da criação, o que dá a vida e Deus de todo o universo (veja João 5:26; 1 Coríntios 8:6; Efésios 3:14-15).

O Filho é retratado mais como a imagem do Deus invisível, a representação exata do seu ser e de sua natureza e o Messias redentor (veja Filipenses 2:5-6; Colossenses 1:14-16; Hebreus 1:1-3).

O Espírito é Deus agindo, Deus alcançando as pessoas - influenciando-as, mudando-as internamente, enchendo-as e guiando-as (veja João 14:26 ; 15:26; Gálatas 4:6; Efésios 2:18).

Todos os três formam uma trindade, vivendo dentro do outro e trabalhando juntos para cumprir seu plano divino para o universo (veja João 16:13-15).

A divindade de Cristo é confirmada nas mais antigas pregações cristã, sob os termos “Senhor e Cristo” (At 2.36, cf 4.12; 5.31; 10.36 etc.); e a mais antiga epistola de Paulo já concentrou esta fé no significativo título “o Senhor Jesus Cristo” (1Ts 1.1,3; 5.23,28). A mais característica expressão, dada a esta crença, é a designação “Filho de Deus” aplicada a Cristo, não somente pela Sua missão divina (Mc 1.11 cf Sl 2.7), mas também pela Sua divina natureza, envolvendo as verdades da Sua preexistência e encarnação. E é digno de nota que o único exemplo daquele título, no livro dos Atos, acha-se em conexão com a primeira pregação do convertido Saulo de Tarso (At 9.20). O sentido é messiânico (cf. o seu equivalente termo no Vers. 22, “o Cristo”). A visão, que Saulo teve na estrada de Damasco, tinha-o convencido de que Jesus, o Messias, era uma pessoa divina. E por isso a expressão “Filho de Deus” alcançou, para ele, uma nova significação.

Logo nos primeiros dos seus escritos aparece, sem ser coisa imposta, a natural linguagem de um fato admitido (1Ts 1.10; Gl 1.16; 2.20; 4.4,6; 1 Co 1.9; 15.28; 2 Co 1.19; Rm 1.3,4,9; 5.10; 8.3,29,32; Ef 4.13). Em nenhuma parte S. Paulo apresenta uma doutrina especifica acerca da pessoa de Cristo, mas as citadas passagens (especialmente Rm 8.3; Gl 4.4; 1 Co 15.28, e também 1 Co 8.6; 2 Co 4.4; 8.9; Fp 2.6 a 11; Cl 1.13 a 19), claramente mostram que, para ele, “era Cristo um Ser verdadeiramente único, que, antes de vir ao mundo, partilhava da divina natureza e glória, e que depois, na Sua sublime ressurreição, foi simplesmente ocupar, de um modo maravilhoso, a dignidade que corresponde à Sua essência e direitos inerentes.

E não se torna necessária uma circunstanciada prova de que esta maneira de ver, a respeito de Cristo, foi aceita e desenvolvida pelos outros escritores do Novo Testamento” O próprio tema do autor da epistola aos Hebreus é a necessária finalidade de uma revelação pelo “Filho de Deus” (Hb 1.1 a 4, e passim); o prólogo ao evangelho de João, com a sua proclamação do “Verbo” feito carne, e a mensagem de Deus aos homens por meio do “unigênito do Pai”, prepara-nos para a elevada Cristologia de todo o evangelho e da primeira epístola.

Sem referência a quaisquer contestadas passagens, pode de um modo decisivo mostrar-se que Jesus possuía a qualidade divina para os escritores do Novo Testamento Eles conservavam fortemente o monoteísmo da religião hebraica: para eles havia “um só Deus” (Rm 3.30; 1 Co 8.6; Gl 3.20; Ef 4.6; 1Tm 2.5; Tg 2. 19); mas também havia “um só Senhor” (1 Co 8.6; Ef 4.5) de tal modo essencialmente relacionado com Deus, em tudo o que se refere aos homens, que a bênção apostólica toma naturalmente a forma dual: “a todos os amados... Graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo” (Rm 1.7; 1 Co 1.3; 2 Co 1.2; Gl 1.3; Ef 1.2; Fp 1.2; 1 Ts 1.l;2Ts 1.2; 1 Tm 1.2; 2Tm 1.2; Tt 1.4; Fm 3).

Além disso, a história da Igreja cristã tem o seu principio no dia de Pentecostes, com o derramamento do Espírito Santo, “a promessa do Pai”, anunciada por Jesus (At 1.4; 2.33; Lc 24.19).

Não é nosso propósito pormenorizar aqui o ensino do Novo Testamento a respeito do Espírito. Falando, porém, no sentido lato, a operação de Deus no mundo, para santificar e fortalecer os homens, é atribuída ao Espírito; ora o Espírito é Deus, operando no mundo.

Dois pontos necessitam de especial menção:

(1) Nas passagens que acabamos de citar, o dom do Espírito está em intima conexão com a elevação de Cristo. Foi em virtude de Jesus ter passado pela morte para o Seu lugar á mão direita de Deus, que ao homem é possível uma vida divina, cheia de energias do Espírito. É isto confirmado pela doutrina do quarto evangelho; “o Espírito até esse momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado (Jo 7.39); “Mas eu vos digo a verdade:

Convém-vos que eu vá, porque se eu não for, o Consolador não virá para vós outros [O Paracleto, isto é, o advogado, auxiliador ]; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei” (16.7; cf 14.16,26; 15.26). Isto é apenas outra ilustração do que já se disse com respeito á deificação de Jesus, tendo-se mostrado que a expressão “Es­pírito de Deus” pode ser trocada por qualquer destas “Espírito de Jesus”, “Espírito de Cristo”, “Espírito de Jesus Cristo” (At 16.7; Em 8.9; Fp 1.19), e que em 1 Jo 2.1, o próprio Jesus Cristo é o “Paracleto”.

(2) Ao lado da doutrina pela qual o Espírito parece identificar-se com a operação de Deus, ou de Cristo na Sua exaltação, achamos uma concepção que distingue do Pai e do Filho o Espírito Santo. Esta idéia está encerrada nas passagens já apontadas, e acha desenvolvimento nos ensinos de Paulo; se não é isso numa consistente doutrina, é-o pelo menos numa quase personificação do Espírito. A Sua operação na alma dos crentes é um trabalho pessoal (1 Co 2.13; 12.11; Rm 8.9, 14, 16. 26). Ele é igualado com Deus o Pai, e com Cristo, o Senhor (1 Co 12.4 a 6; Ef 4.4 a 6). A habitual bênção dual, que já citamos, não completa a concepção de Paulo com respeito à Divindade; uma vez somente ele dá inteira expressão a sua fé com a triplicada fórmula, hoje tão familiar, ‘A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós” (2 Co 13.13; cf. a fórmula batismal de Mt 28.19).

São, pois, estes os dados para a doutrina da Trindade: o reconhecimento de um só Deus, sendo feita, contudo, a distinção, dentro da Divindade, entre Pai, Filho, e Espírito."

POR TALLITA VIEIRA BARROS



Por Tallita... porque eu não estaria na igreja se ela não tivesse cantado prá mim naquele dia - mas só ela vai entender isso!

Cantar sem Deus, talvez.
Caminhar fragilmente nesse corpo sem vida,
Ser um milhão nesta cidade desabitada,
E sendo apenas eu, ir acordando o amor e a angústia,
E da inquietação vinda e multiplicada,
Arrancar uma colcheia sem força
Sobre as paisagens inúteis.
Saber a ópera do conhecimento
Alcançar a pureza do Dó # perfeito,
Cristalizar os encantos
E voos de uma Callas.
Mas nada poder, nada...
Senão ir e vir pelo silêncio.

Solfejo pelas manhãs e pelas tardes,
E pelas noites desvaneço.
Sinto-me vazia no olhar dos que amo,
E os que me amam me fazem pequena.
As lágrimas são verdades, os estremecimentos,
Os tédios longos,
As caminhadas infinitas no eco da eterna voz que me abriga,
E no entanto,
Todo essa voz aprisionada,
Escrava de fruições efêmeras,
Será para sempre assim...!

(Christiane Lopes)

AS COVINHAS DA VIRGEM MARIA


Imagem: Natalie Portman, judia, traços que se amoldam aos da vaidosa Virgem Maria dos Monges de Pacis.
O texto abaixo foi extraído de materiais desenvolvidos para a formação espiritual dos membros dos Grupos de Oração da Gospa, guiados e orientados pela Fraternidade Monástica dos Discípulos de Jesus para a Glória de Deus Pai – Mosteiro Regina Pacis. Se você consegue ler sem rir ou ficar chocado (porque estes monges levam muito a sério) vá adiante!
"Ao longo de todos estes anos de aparições em Medjugorje, as pessoas têm perguntado aos videntes sobre a aparência física de Nossa Senhora. O relato mais completo e bem-sucedido sobre o assunto foi feito pelo Frei Franciscano Janko Bubalo. Ele escreveu o livro “Mil Encontros com a Virgem Maria em Medjugorje” (1985), no qual ele entrevista os videntes.
Transcrevemos, a seguir, um resumo desta entrevista feita aos seis videntes. Quanto à estatura, Nossa Senhora tem aproximadamente 165 cm de altura, pesa cerca de 60 kg e tem entre 18 a 20 anos de idade; sua pele é clara e a face rosada e Ela tem o rosto levemente oval; Seus lábios são finos, bonitos e de cor natural. No rosto, Ela apresenta covinhas quando sorri; Seu semblante tem uma amabilidade e suavidade indescritíveis. À respeito dos olhos de Nossa Senhora, os videntes relataram que eles são maravilhosos, grandes e azuis claros; os cílios são delicados, de cor natural. As sobrancelhas são finas e escuras. O nariz é bonitinho, proporcional ao rosto.
Quanto à roupa que usa, Nossa Senhora, veste-se de maneira simples. Normalmente Seu vestido é cinza, um cinza-azulado. O vestido é solto, começa no pescoço e cai aos pés, tocando na pequena nuvem sobre a qual Ela se encontra. O vestido se mistura à nuvem. As mangas da veste são longas, tocando as mãos. Na cintura, não existe nenhum tipo de cinto ou ornamento, contudo percebe-se claramente Sua feminilidade. A cabeça é coberta por um véu muito branco. Este véu cobre a cabeça, ombros e todo o corpo (atrás e dos lados). Este, assim como o vestido, toca a pequena nuvem. O tecido do véu é semelhando ao do vestido, nem mais grosso nem mais fino. Nossa Senhora não usa nenhum tipo de jóia, nem o véu é adornado com enfeites. Contudo, Ela possui uma coroa de doze estrelas douradas na cabeça. Quando aparece com o Menino Jesus, Ela apresenta-se da mesma maneira.
O cabelo de Nossa Senhora é escuro e pode ser visto um pouco acima da testa, em baixo do véu. As orelhas não podem ser vistas porque estão cobertas pelo véu.
No momento da aparição, Nossa Senhora geralmente está olhando para os videntes, ou para alguma coisa que está mostrando a eles. As mãos Dela estão sempre soltas, relaxadas. Durante a aparição, Suas mãos não se mexem, Ela não gesticula; a menos que queira mostrar alguma coisa aos videntes. Pode-se ver as unhas que são de cor natural, bem definidas. Nunca foi possível ver as pernas de Maria, pois o vestido cobre o corpo.
Quanto à beleza de Nossa Senhora, os videntes dizem que não é possível descrevê-la. Ela não tem o nosso tipo de beleza, pois Ela possui uma beleza sublime, celestial. Uma beleza que nós só veremos no Paraíso.
Em uma mensagem Nossa Senhora disse: “Se vós desejais ser belos como eu, rezem!”."
Fonte: www.mosteiroreginapacis.org.br

ALTAR DE MEU HOLOCAUSTO 5/6/12



Não tenho necessidade de escrever
Sobre o altar do holocausto,
Porém, a todo momento
Um cordeiro solitário
É abatido por uma metrópole
Metalicamente cultivada.
As estrelas, também,
Todas reunidas num só amor,
Estão em cada pedaço de céu,  a qualquer hora,
Pois não há diferença entre dia e noite
Se quisermos possuir estrelas.
Muitas pessoas afirmam compreender o mundo.
(Simulam sorrisos e beijos,
Angústias e desejos).
Seus valores isolados
Pisam os cordeiros e as estrelas,
Sacrificam suas verdades
Por medo de sua própria iniquidade.

Eu não saberia o que escrever
Se não amasse o cordeiro pastando a relva fresca do campo,
E nada teria a dizer à noite
Se quando olhasse uma estrela
Não visse sua beleza branca
Como o reflexo de uma alma.
Eu não saberia deixar de amar
O que me ama tão de perto,
Nem poderia ignorar
Tudo o que nasce e morre.